EM CENA

RAPOSOS

A peça é um alerta sobre a propriedade da terra e os seus elementos naturais. A história fala-nos de uma barragem abandonada na construção, que não passou o tamanho das portadas da igreja da localidade, ao contrário das grandes barragens que engoliram aldeias inteiras; aqui o rio, pressentindo tamanha clausura, secou.

Entre as árvores cortadas e a aldeia abandonada, os que ficaram, entre homens e bichos, tudo tentam para encontrar o rio novamente, algum sinal de água. Esta é uma procura efabulada sobre esconderijos, animais e homens antigos.

[FICHA ARTÍSTICA]
[texto original e direção artística] Cândido Sobreiro

[INTERPRETAÇÃO]
Diana Gonçalves, Cândido Sobreiro, André Sobreiro, Davide Faria, Aurélio Magalhães, Cristiano Esteves, Gilda Silva, Juliana Pereira e Miguel Sobreiro

[EQUIPA TÉCNICA]
[produção] Diana Gonçalves
[sonoplastia . iluminação cénica] Matilde Esteves, Tiago Martins, Sérgio Gonçalves e Ana Magalhães
[cenografia . carpintaria] Aurélio Magalhães, Nuno Sobreiro e Cristina Faria
[guarda-roupa] Diana Gonçalves
[cartaz e multimédia] André Sobreiro

[APOIOS]
Junta de Freguesia de Balugães | Câmara Municipal de Barcelos | Barcelos Cidade Educadora/Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras | Barcelos Cidade Criativa UNESCO | Fundação INATEL | Federação Portuguesa de Teatro | TEIA – Teatro em Iniciativa Associativa | Rede da GaliLusofonia | ID3 – Design e Publicidade

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