EM CENA

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O AUTO DOS BONS DIABOS

[SINOPSE]
“- Estou a ficar velho, mas hei-de morrer a cavar a terra, ou nas tábuas do palco,
Ela já mo disse, ó homem cava já o buraco que com as tábuas do teatro faz-se o caixote e assim não se gasta dinheiro com o funeral”.
Este é o relato de um artista de teatro popular que se desdobra em histórias e personagens dessa mesma história, do desaparecimento do mundo rural, da festa feita nas terras pelas gentes que contavam apaixonadamente as suas crenças, tradições e costumes, de uma certa ideia de progresso que não serve homens nem comunidades.
Baltazar Diabo e a sua companhia são últimos resistentes do que resta de um vale outrora rural, esvaziado em grande parte pela fuga para as cidades, vilas e estrangeiro. Aqui habitam histórias de resiliência e sobrevivência, onde a cultura popular de gerações resiste nas mãos de um punhado de artistas anónimos.

[FICHA ARTÍSTICA]
[texto original e direção artística] Cândido Sobreiro

[INTERPRETAÇÃO]
André Sobreiro, Aurélio Magalhães, Cândido Sobreiro, Cristiano Esteves, Diana Gonçalves, Davide Faria e Juliana Pereira

[EQUIPA TÉCNICA]
[produção] Diana Gonçalves
[assistente de produção] Ana Magalhães
[sonoplastia . iluminação cénica] Matilde Esteves
[assistente de palco e teatro de sombras] Rui Pereira
[cenografia . carpintaria] David Pereira e Cristina Faria
[cartaz] André Sobreiro

[APOIOS]
Junta de Freguesia de Balugães
Câmara Municipal de Barcelos
Barcelos Cidade Educadora/ Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras
Barcelos Cidade Criativa
Fundação INATEL
ID3 – Design e Publicidade

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