TERREIRO TEATRO COMUNITÁRIO

[en]  TERREIRO – COMMUNITY THEATRE
[es]  TERREIRO – TEATRO COMUNITARIO

 


TERREIRO – espetáculo bienal de teatro comunitário

 

O TERREIRO é o principal projeto da plataforma BORZEGUIM. Assente numa cultura de valorização do espaço e na materialização artística da memória coletiva da aldeia, de dois em dois anos, na primeira semana de agosto, a aldeia de Balugães e a companhia de teatro local, o Teatro de Balugas, levam ao adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães uma festa de teatro popular, daquelas que o Minho tem e mais ninguém.

O BORZEGUIM [plataforma de materialização artística da memória coletiva da aldeia de Balugães] incide em preservar e recriar as tradições etnográficas, artísticas e culturais da aldeia de Balugães e vale do rio Neiva (Minho), onde a mensagem é transformada em ato de cidadania cultural.
É um encontro de memórias que não segue a linguagem etnográfica habitual, assume-se como um registo criativo do património material e imaterial, preferindo um olhar mais artístico, carregado de poesia.


 

 

 

 

 


TERREIRO adiado para 2021

 

Face à incerteza sobre a situação atual e dos próximos meses, despoletada pelo surto de COVID-19, o Teatro de Balugas, juntamente com as companhias de teatro participantes na edição para este ano do TERREIRO, vêem-se forçados a adiar para 2021, o espetáculo de teatro comunitário “A boda dos Rabudos”, programado para o evento que se realiza de dois em dois anos em Balugães (Barcelos). A estreia estava agendada para dia 1 de agosto deste ano e trata-se de uma coprodução do Teatro de Balugas e dos grupos galegos Teatro Airiños e Andaravía Teatro, que levarão no próximo ano ao adro da Igreja Românica de São Martinho de Balugães, um espetáculo de teatro comunitário assente numa cultura de valorização e materialização artística da memória coletiva da aldeia e do noroeste peninsular. Nesta aldeia do Minho, marcada pelo caminho Português de Santiago, o TERREIRO junta a terra e o palco como dois planos que são indissociáveis da sobrevivência espiritual do homem, mas também da natureza de um teatro popular e comunitário que sempre foi feito do povo, para o povo, e a partir de uma ideia de pertença coletiva.

2018 | espetáculo teatro comunitário “Abaixo o Aeroporto em Balugães”

 

 

 


Recolha e arquivo da equipa da Divisão de Cultura e Museus do Município de Barcelos, para registo do projeto Património Cultural Imaterial (ramo do Património Cultural Imaterial nas Teatralidades e Performances Tradicionais), já que Barcelos foi a primeira cidade em Portugal e na Península Ibérica a integrar a rede mundial de Cidades Criativas, na categoria do Artesanato e Arte Popular reconhecida pela UNESCO.

2016 | espetáculo de teatro comunitário “O Auto dos Bons Diabos”

 

   

Livro de fotografia “BONS DIABOS” de Paulo Alegria
O encontro de apenas um dia do fotógrafo Paulo Alegria com o Teatro de Balugas resultou num conjunto de fotografias que nos mostram que não precisamos de mais do que um terreiro para fazer teatro. Observando o elenco, enquanto este deitava mãos à obra e tornava palco o adro da igreja românica de São Martinho de Balugães, as imagens extraídas trazem-nos o Vale do Neiva, essa terra antiga de onde o teatro popular nunca desapareceu e onde permanecem intactos os espaços onde ele acontecia.
A peça apresentada, uma adaptação para teatro de rua do “Auto dos Bons Diabos”, obra de Cândido Sobreiro, é um forte testemunho de que os “Balugas” constroem muito mais do que singelas encenações: é que, nas suas peças, o Alto Minho emerge inteiro, como região em que a permanente dicotomia entre aceitação e recusa foi sempre o gérmen criador da nossa identidade. O entusiasmo instala-se peça e livro adentro, quando nos apercebemos que as novas gerações retiveram um dos mais sábios ensinamentos: que um futuro interessante e suportável só surgirá da enxertia da planta do presente no sólido fuste do passado. [Raul Pereira, 2017]

2013 | espetáculo de teatro comunitário “Abaixo o TGB São Martinho de Balugães – Santiago de Compostela”

 

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Projeto de vídeo documental O TEATRO POPULAR DOS AMADORES DE BALUGAS
Em Agosto de 2013, o Teatro de Balugas levou à cena Abaixo o TGB S. Martinho de Balugães – Santiago de Compostela, um espetáculo de teatro comunitário num dos emblemáticos lugares da aldeia – a Igreja Românica de São Martinho de Balugães. Na tentativa de registar este ato artístico, foi lançado o desafio ao realizador Miguel Filgueiras, autor do premiado filme documental Alto do Minho, para, através da sua objetiva, realizar essa tarefa em parceria com o BORZEGUIM.  Miguel Filgueiras (imagem) Diogo Amaro (áudio). O vídeo está disponível no nosso canal vimeo/teatrodebalugas